Nesta primeira parte de Notas ou Memórias do Subsololo, O Subsolo, dividida em 11 partes, Dostoiévski traz o monólogo de um homem amargurado e amargo, um homem subterrâneo, sem nome ou relações sociais, um empregado aposentado, em cuja própria existência não vê nenhum sentido, e que se dirige diretamente ao leitor/ouvinte. Tenta envolvê-lo, convencê-lo e comovê-lo com hipóteses sobre si mesmo e sua possível redenção, talvez via a ação, nem que seja fazer o mal — para afinal concluir que o melhor é não fazer nada.
Produzido, editado, narrado e interpretado por Carlos Eduardo Valente
Capa idealizada por IA e feita, produzida e editata por Carlos Eduardo Valente
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