Falta de cirurgia bariátrica mata até 45 mil no país por ano
prazo máximo para que o paciente passe pela cirurgia após entrar no programa é de dois anos.
O comerciário Apolônio Dias, de 38 anos e com 139 quilos, se inscreveu para fazer a cirurgia em dois hospitais, mas ainda não há previsão. “Já são dois anos esperando e só faço engordar cada vez mais. Desde o ano passado estou com pressão alta e diabetes, além de altera8ções nas taxas do colesterol.”
Segundo Dias, a informação que recebe das equipes de triagem é de que a média de espera – nos programas em que está inscrito – é de três a quatro anos. “Nesse tempo, não sei o que pode mais acontecer. No mês passado, um rapaz que também estava tentando entrar na fila morreu por causa de complicações da diabete. Tinha 28 anos. Estou preocupado. Se tivesse condições, já tinha procurado serviço particular, mas infelizmente não tenho”, afirma.
Disparidade – Quem tem acesso à rede particular ou a plano de saúde, de fato, consegue passar pela operação mais rapidamente. Tanto é que enquanto a rede privada realiza cerca de 110 mil cirurgias bariátricas por ano, a rede pública faz só 8 mil. Em cinco Estados, o SUS (Sistema Único de Saúde) não tem nenhum centro que realize a cirurgia: Amazonas, Goiás, Roraima, Rondônia e Amapá. Nesses casos, os pacientes precisam entrar na fila de hospitais de outras unidades da federação.
fonte
https://www.sbcbm.org.br/falta-de-cirurgia-bariatrica-mata-ate-45-mil-no-pais-por-ano/#obesidade #obesidadmorbida #cirugiabariatrica #bariatricasalva #saúde #obesidad
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https://www.youtube.com/watch?v=hjVLlUtYi9I